Gestão da consulta

Excel ou software para planos alimentares: quando vale a pena mudar

Equipa beryvo · · 6 min de leitura

Muitos profissionais começaram com uma folha de cálculo feita por si, com a tabela de composição e as fórmulas. Funciona, e é gratuita. Mas à medida que a agenda enche, começam a notar-se os custos escondidos.

Onde a folha de cálculo funciona bem

  • Poucos pacientes por semana.
  • Planos muito semelhantes entre si.
  • Quem gosta de controlar cada fórmula e não se importa de a manter.

Onde começa a custar

  • Tempo: copiar modelos, ajustar quantidades, formatar para imprimir.
  • Erros: uma fórmula arrastada para a linha errada muda o total do dia sem ninguém dar por isso.
  • Tabela desatualizada: juntar alimentos novos e medidas caseiras dá trabalho.
  • Apresentação: o paciente recebe um PDF ou uma folha impressa que perde ou esquece.
  • Acompanhamento: não sabe se o paciente está a seguir o plano até à consulta seguinte.
  • Dados de saúde: ficheiros no portátil ou no email são difíceis de proteger e de apagar quando o paciente o pede.

O que um software deve fazer melhor

  • Pesquisa rápida na tabela do INSA, com medidas caseiras.
  • Totais do dia e de cada refeição em tempo real.
  • Modelos e refeições guardadas para reutilizar.
  • Opções por refeição, equivalências e lista de compras.
  • O plano no telemóvel do paciente, sempre atualizado.

Como fazer a mudança sem parar a consulta

  1. Experimente com dois ou três pacientes novos, não com todos de uma vez.
  2. Recrie no software os seus modelos mais usados.
  3. Passe os pacientes atuais à medida que têm consulta, sem pressa.
  4. Guarde as folhas antigas enquanto precisar delas, e depois apague-as de forma segura.

Na beryvo, o plano faz-se com a tabela do INSA e medidas caseiras, grava-se sozinho enquanto escreve e chega ao paciente na app. Pode experimentar 7 dias sem cartão, com os seus próprios modelos.

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